e que o desejo lhe permita ser carinhoso.
que seja inexplicavelmente adorável,
e se houver amor, minha jovem, que seja amável."
E assim fomos,
assim somos.
Inexplicavelmente adoráveis,
e como há amor, somos amáveis.
Renegamos os desejos inegáveis,
soltamos a mão, acendemos a luz.
No claro, ninguém nos conduz.
Nos restou a saudade, minutos depois
dias depois, semanas e meses...
depois do ultimo beijo.
Restou um poema, uma fenda.
Um lapso de sentimento,
um pouco de cada momento.
Se cuidado não tivemos,
de carinho nos enchemos.
Nós somos inexplicavelmente adoráveis,
do que restou do amor, nos fizemos amáveis.
*recordar é viver...
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